Enquanto aguardo pelas notas dos exames a ver se it's a way to freedom ou para o estudo de Julho, fui ao meu baú de cd's e descobri coisas que nem me lembrava que tinha....uma das músicas que ainda gosto é a 'Aerials' dos System of a Down (é das mais calmas dos senhores, fica já o aviso à navegação!) e a minha mente transportou-me para uma ocasião da minha vida que aqui partilho:
O Inverno/Primavera de 2001/2002 passei-o, além da faculdade, a trabalhar no Pingo Doce e no dia de Páscoa aquele supermercado rodou músicas que nunca nenhum gerente teria sonhado em pôr aos seus clientes e colaboradores...Visto ser feriado e não haver ninguém na loja (só algumas pessoas que foram ao pão quente e ainda tiveram o discernimento de dizer 'Ai coitados de vocês aqui no Domingo de Páscoa'...hello?? A senhora está cá dentro!!' mas adiante...) tivemos uma certa liberdade de escolha musical e revelo já aqui a toda a gente que o Pingo Doce Gondomar-1, pelo menos na altura em lá estive, usava leitor de cassetes! Ah pois! E nessa manhã de Domingo ouvi 19 vezes, sim 19 vezes!, a música in da altura que era 'A Bomba' ou 'La Bomba' ou lá como se chamava...o meu desespero era tanto que eu contei o número de vezes que aquilo passou...como tinha uma k7 antiguinha no meu cacifo com músicas calmas de Taproot, System of a Down, Tool, Deftones etc, resolvi tentar a minha sorte também...Eis que se fez história naquele supermercado e a minha música rodou grande parte da tarde! Oh yeah baby!! :D
E o facto de eu mencionar a 'Aerials' foi por ter sido uma das músicas a passar. lol É verídico! Até um cliente dirigiu-se à minha pessoa e disse que nunca tinha ouvido daquele estilo de música no supermercado mas que até era agradável. E foi assim o meu Domingo de Páscoa de 2002 junto com os meus colegas de serviço naquele dia e terminamos o feriado a comer ovos de chocolate escondidos no armazém, que se haviam partido na frente-loja. :D
26 Jun 2008
13 Jun 2008
I Am Legend
Não sou nada, o título é só para chatear.
Para ultimar novidades....citando um caríssimo colega de blogs [croxdilfivico] "eu passei um dia inteiro em Chelas e sobrevivi", pois eu passei 2 dias e vivi para contar! Há muito muito tempo que esperava vê-los ao vivo e após três passagens por Portugal, este ano foi a minha vez e assisti a um brutal concerto de Metallica no Rock in Rio, no passado dia 5 de Junho. Senhores do dia do metal, em que a vigilância era tanta que até tive de abdicar do meu cinto para poder entrar...o mais curioso é que não tinha picos nem qualquer tipo de saliência...era simplesmente preto. Mas tendo em conta as palavras do senhor agente "Ou deita isso fora ou então não sei como quer fazer", achei por bem ficar sem o cinto a perder os concertos.
Moonspell começaram bem, mas pecaram por terem sido os primeiros e à luz do dia...os efeitos de luz foram para o tecto e havia de ter resultado melhor. Apocalyptica foi 5 estrelas! Apesar de não se perceber patavina do inglês deles, deram um grande espectáculo (pena estar de dia também) e mostraram que violoncelos can kick some guitars' asses man! hehehe Anyway, depois veio uma coisa...que já não me lembrava de sofrer mas, daqueles sofrimentos em que tudo começa a meter um fastio...comecei a ter frio, fome, os meus companheiros de concerto mascavam pastilhas elásticas até à exaustão a ver se passava mais depressa! Machine Head, com todo o devido respeito, learn how to sing! Porque raaaaaaaaaaaaaaaaawwwwws e you fucking rule, you fuckers from this fucking awesome Portugal não anim
a assim muito a malta. A mim pelo menos....a única música que me recordo de eles terem tocado e bem foi uma cover dos Iron Maiden.
E depois vieram os Metallica e não tenho palavras para descrever...sei que volta e meia estava em bicos de pés, de braços esticados, telemóvel numa mão a ligar para quem não pode ir, máquina a filmar/fotografar na outra mão enquanto tentava acompanhar o headbanging do resto do pessoal. Se uma imagem vale mil palavras, a minha imagem da noite anda por aí neste post.
Dia 6 de Junho apresentava uma grande curiosidade: como soariam os Offspring após tanto tempo escondidos? Antes deles tocaram os Orishas e os Kaiser Chiefs que eu não vi porque durante a tarde aterrei à leão e só acordei mais ao lusco-fusco. Mas vi Muse e foi um grande concerto, a malta a cantar e o recinto à pinha (100 mil pessoas!) mas foi curto, muito curto e nem a um encorezinho tivemos direito. De seguida então os reis Offspring que estão claramente em forma e com um álbum novo aí à porta! Começaram com a Bad Habit, passando pela All I Want e terminaram com a Self Esteem com toda a gente aos saltos e a cantar e continuam os mesmos Offspring característicos com a voz inconfundível do Holland a dizer volta e meia "Give it to them Noodles". Priceless! Para terminar vieram os Linkin Park, em que não percebi o mega assobio que o Mike Shinoda levou por usar um cachecol do FCP durante segundos...ok, percebi mas vamos fazer de conta que não. :P Foram os senhores da noite porque aí sim estavam 100 mil pessoas a vê-los, a cantar, a saltar, a aplaudir. O repertório passou por todos os seus álbuns e o Chester tem realmente um vozeirão que altera como ele quer e bem lhe apetece e não desilude ninguém.Grande final com a One Step Closer e deste dia não tenho fotos decentes porque estava bastante mais longe e saiu tudo muito imperceptível. Deixo por aí um pouco da 'Pretty Fly (For a White Guy) dos Offspring em vídeo.
Em jeito de remate, estes dois dias só vieram confirmar que somewhere i belong e é claramente no meio de um live concert. Rock On! :)
Para ultimar novidades....citando um caríssimo colega de blogs [croxdilfivico] "eu passei um dia inteiro em Chelas e sobrevivi", pois eu passei 2 dias e vivi para contar! Há muito muito tempo que esperava vê-los ao vivo e após três passagens por Portugal, este ano foi a minha vez e assisti a um brutal concerto de Metallica no Rock in Rio, no passado dia 5 de Junho. Senhores do dia do metal, em que a vigilância era tanta que até tive de abdicar do meu cinto para poder entrar...o mais curioso é que não tinha picos nem qualquer tipo de saliência...era simplesmente preto. Mas tendo em conta as palavras do senhor agente "Ou deita isso fora ou então não sei como quer fazer", achei por bem ficar sem o cinto a perder os concertos.
Moonspell começaram bem, mas pecaram por terem sido os primeiros e à luz do dia...os efeitos de luz foram para o tecto e havia de ter resultado melhor. Apocalyptica foi 5 estrelas! Apesar de não se perceber patavina do inglês deles, deram um grande espectáculo (pena estar de dia também) e mostraram que violoncelos can kick some guitars' asses man! hehehe Anyway, depois veio uma coisa...que já não me lembrava de sofrer mas, daqueles sofrimentos em que tudo começa a meter um fastio...comecei a ter frio, fome, os meus companheiros de concerto mascavam pastilhas elásticas até à exaustão a ver se passava mais depressa! Machine Head, com todo o devido respeito, learn how to sing! Porque raaaaaaaaaaaaaaaaawwwwws e you fucking rule, you fuckers from this fucking awesome Portugal não anim
E depois vieram os Metallica e não tenho palavras para descrever...sei que volta e meia estava em bicos de pés, de braços esticados, telemóvel numa mão a ligar para quem não pode ir, máquina a filmar/fotografar na outra mão enquanto tentava acompanhar o headbanging do resto do pessoal. Se uma imagem vale mil palavras, a minha imagem da noite anda por aí neste post.
Dia 6 de Junho apresentava uma grande curiosidade: como soariam os Offspring após tanto tempo escondidos? Antes deles tocaram os Orishas e os Kaiser Chiefs que eu não vi porque durante a tarde aterrei à leão e só acordei mais ao lusco-fusco. Mas vi Muse e foi um grande concerto, a malta a cantar e o recinto à pinha (100 mil pessoas!) mas foi curto, muito curto e nem a um encorezinho tivemos direito. De seguida então os reis Offspring que estão claramente em forma e com um álbum novo aí à porta! Começaram com a Bad Habit, passando pela All I Want e terminaram com a Self Esteem com toda a gente aos saltos e a cantar e continuam os mesmos Offspring característicos com a voz inconfundível do Holland a dizer volta e meia "Give it to them Noodles". Priceless! Para terminar vieram os Linkin Park, em que não percebi o mega assobio que o Mike Shinoda levou por usar um cachecol do FCP durante segundos...ok, percebi mas vamos fazer de conta que não. :P Foram os senhores da noite porque aí sim estavam 100 mil pessoas a vê-los, a cantar, a saltar, a aplaudir. O repertório passou por todos os seus álbuns e o Chester tem realmente um vozeirão que altera como ele quer e bem lhe apetece e não desilude ninguém.Grande final com a One Step Closer e deste dia não tenho fotos decentes porque estava bastante mais longe e saiu tudo muito imperceptível. Deixo por aí um pouco da 'Pretty Fly (For a White Guy) dos Offspring em vídeo.
Em jeito de remate, estes dois dias só vieram confirmar que somewhere i belong e é claramente no meio de um live concert. Rock On! :)
14 Dec 2007
There's more than meets the eye
Film scoring: constitui as partes orquestradas dos filmes, aquelas compostas especialmente para aquele determinado filme e que geralmente as faixas que acompanham a "original motion picture score" têm nomes de personagens ou cenas desse determinado filme. Por exemplo, a score do Batman Begins composta por Hans Zimmer & James Newton Howard tem faixas com nomes de tipos de morcegos. :)
Que eu sou viciada em film scores já toda a gente sabe, que as colecciono religiosamente também. Tudo começou quando comecei a ir ao cinema e a prestar atenção não só ao filme em si mas também a ter as antenas ligadas à música, e depois horas mais tarde, a relembrar certas cenas por causa da música que tinha ouvido. E comecei a coleccionar essas partes orquestradas...já tinha a score do The Piano composta por Michael Nyman, mas um dia uma grande amiga minha deu-me uma série delas de rompante: The Crow [Graeme Revell], The Hours [Philip Glass], The Last Samurai [Hans Zimmer] e muitas mais. Aí o gosto tornou-se selectivo e cada vez maior.
De momento oiço a score dos Transformers, de Steve Jablonsky. É fantástica, transmite força, lealdade dos transformers aos seus protegidos, a força de Optimus Prime às suas "tropas" [aliás numa belíssima composição denominada 'Optimus'], passando pelos combates em que facilmente se visualiza em pensamento os transformers todos alinhados preparados para o combate [faixa 'Soccent Attack'].
E muitas outras sensações que as film scores transmitem...pelo menos para mim são uma forma de estar na vida, fazem-me sentir tudo ao pormenor e de diferentes formas, consoante a faixa que esteja a rodar. Fazem-me rir, chorar, saltar, e algumas até dançar! Sim, porque há scores muito boas que misturam a orquestra com a electrónica como é o caso da do filme The Spy Game,composta por Harry Gregson-Williams.
Ao som dos meus fones, ou das minhas colunas out loud, um turbilhão de experiências trespassa este quarto cada vez que uma film score roda...regressa-se ao filme, a tudo aquilo que me apetecer sentir na altura. Hurray for them, for keeping me going each single day.

E como referi mais em pormenor a score dos Transformers, fica aqui a front cover do cd.
Call me a geek, I answer with a wide open smile. ;)
Que eu sou viciada em film scores já toda a gente sabe, que as colecciono religiosamente também. Tudo começou quando comecei a ir ao cinema e a prestar atenção não só ao filme em si mas também a ter as antenas ligadas à música, e depois horas mais tarde, a relembrar certas cenas por causa da música que tinha ouvido. E comecei a coleccionar essas partes orquestradas...já tinha a score do The Piano composta por Michael Nyman, mas um dia uma grande amiga minha deu-me uma série delas de rompante: The Crow [Graeme Revell], The Hours [Philip Glass], The Last Samurai [Hans Zimmer] e muitas mais. Aí o gosto tornou-se selectivo e cada vez maior.
De momento oiço a score dos Transformers, de Steve Jablonsky. É fantástica, transmite força, lealdade dos transformers aos seus protegidos, a força de Optimus Prime às suas "tropas" [aliás numa belíssima composição denominada 'Optimus'], passando pelos combates em que facilmente se visualiza em pensamento os transformers todos alinhados preparados para o combate [faixa 'Soccent Attack'].
E muitas outras sensações que as film scores transmitem...pelo menos para mim são uma forma de estar na vida, fazem-me sentir tudo ao pormenor e de diferentes formas, consoante a faixa que esteja a rodar. Fazem-me rir, chorar, saltar, e algumas até dançar! Sim, porque há scores muito boas que misturam a orquestra com a electrónica como é o caso da do filme The Spy Game,composta por Harry Gregson-Williams.
Ao som dos meus fones, ou das minhas colunas out loud, um turbilhão de experiências trespassa este quarto cada vez que uma film score roda...regressa-se ao filme, a tudo aquilo que me apetecer sentir na altura. Hurray for them, for keeping me going each single day.

E como referi mais em pormenor a score dos Transformers, fica aqui a front cover do cd.
Call me a geek, I answer with a wide open smile. ;)
1 Dec 2007
Echoes, Silence, Pacience and Grace
Foo Fighters com o seu novo álbum. Rockzinho que nos
surpreende, inícios que nos remetem a pensar "ah aqui vem uma mais calma", mas eis que a meio uma guitarrada nos surpreende e faz abanar o esqueleto...e sabe bem! Grande álbum este! Já tinha saudades deles assim! Sou, portanto, uma ouvinte satisfeita. :P Deixo aqui a letra da primeira música do cd, "The Pretender", que nos cativa logo à primeira ouvidela...ao menos a mim cativou...
"The Pretender" - Foo Fighters
Keep you in the dark
You know they all pretend
Keep you in the dark
And so it all began
Send in your skeletons
Sing as their bones go marching in... again
The need you buried deep
The secrets that you keep are ever ready
Are you ready?
I'm finished making sense
Done pleading ignorance
That whole defense
Spinning infinity, boy
The wheel is spinning me
It's never-ending, never-ending
Same old story
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
In time or so i'm told
I'm just another soul for sale... oh, well
The page is out of print
We are not permanent
We're temporary, temporary
Same old story
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
I'm the voice inside your head
You refuse to hear
I'm the face that you have to face
Mirrored in your stare
I'm what's left, I'm what's right
I'm the enemy
I'm the hand that will take you down
Bring you to your knees
So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
Keep you in the dark
You know they all pretend
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays?
(You know they all... pretend)
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays?
(You know they all... pretend)
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
surpreende, inícios que nos remetem a pensar "ah aqui vem uma mais calma", mas eis que a meio uma guitarrada nos surpreende e faz abanar o esqueleto...e sabe bem! Grande álbum este! Já tinha saudades deles assim! Sou, portanto, uma ouvinte satisfeita. :P Deixo aqui a letra da primeira música do cd, "The Pretender", que nos cativa logo à primeira ouvidela...ao menos a mim cativou..."The Pretender" - Foo Fighters
Keep you in the dark
You know they all pretend
Keep you in the dark
And so it all began
Send in your skeletons
Sing as their bones go marching in... again
The need you buried deep
The secrets that you keep are ever ready
Are you ready?
I'm finished making sense
Done pleading ignorance
That whole defense
Spinning infinity, boy
The wheel is spinning me
It's never-ending, never-ending
Same old story
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
In time or so i'm told
I'm just another soul for sale... oh, well
The page is out of print
We are not permanent
We're temporary, temporary
Same old story
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
I'm the voice inside your head
You refuse to hear
I'm the face that you have to face
Mirrored in your stare
I'm what's left, I'm what's right
I'm the enemy
I'm the hand that will take you down
Bring you to your knees
So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
Keep you in the dark
You know they all pretend
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays?
(You know they all... pretend)
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
What if I say I'm not like the others?
(Keep you in the dark)
What if I say I'm not just another one of your plays?
(You know they all... pretend)
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender?
So who are you?
Yeah, who are you?
Yeah, who are you?
27 Nov 2007
Drive...
No passado domingo, eu e mais quatro caramelos decidimos ir dar um giro até à Mealhada em busca de cartões de casas de leitões para um trabalho de uma das caramelas :P Saímos da Invicta por volta do meio-dia e tal (temos desculpa, era domingo!) e rumamos por essa estrada fora...rapidamente chegamos ao sítio proposto...coleccionamos uns quantos cartões dos ditos animais no espeto, ainda provamos uma bela de uma sandoxa da iguaria e depois queríamos era passear mais....Olha-se para o mapa e decide-se visitar a Serra do Caramulo, coisa que nenhum de nós tinha ido por isso o plano era bom...
Mas voltinha atrás de voltinha fomos parar à Serra do Buçaco, o que por acaso foi uma boa surpresa (pena o gelo que se fazia sentir) que aquilo lá é bem bonito e tem uns palacetes que, para quem mora na cidade, às vezes não tem noção das belezas que o nosso próprio país demonstra.
Depois então, tentámos (e aqui o tentar é para ser valorizado!) ir para o Caramulo, lá encontrámos o caminho certo pela estrada nacional, mais rotunda, menos rotunda, mais plaquinha, menos plaquinha, passamos por um jogo de futebol Anadia FC vs outro clube de nome curioso que agora não me recordo, mas foi pena porque chegamos mesmo no final da partida e já só vimos os senhores treinadores de bancada a discutir os lances mais polémicos.
Voltados à estrada correcta, chegámos ao sítio certo e até já víamos aquilo que nos parecia ser a serra e de facto já estávamos a subir imenso...mas eis que a tarde solarenga rende muito pouco e então a noite começou a cair e nós ainda metidos nas subidas atrás do Caramulo...de vez em quando as plaquinhas surgiram mas desapareciam tão rapidamente que com os vários cruzamentos era difícil decidir o melhor caminho a seguir. Noite escura, uma gigantesca lua que nos acompanhava por entre as árvores e os imensos galhos no chão numa tentativa de derrubar o texugo, mas ele aguentou-se firme e fomos parar perto de uma ventoínha já na serra do Caramulo. E as ventoínhas fazem sempre parte das nossas viagens, tornou-se um hábito talvez...Estar perto de uma ventoínha, com ventinho a soprar, de noite, parecia que as enormes pás queriam rasgar o céu estrelado e no entanto, parecia que todo o mundo tinha parado ali, porque a sensação de tranquilidade e liberdade era de tal modo grande que se não fosse o frio que se fazia sentir, era menina para ficar ali mais um bocadinho...Só me apetecia citar uma das minhas músicas favoritas ao ouvido do condutor e dizer "drive...i don't care where just far...away..".
E descemos por fim, tentando descobrir o caminho para o Porto, por entre curvas e contra-curvas, chegamos a Águeda onde jantamos uma pizza a
cabadinha de sair do forno e voltamos à Invicta.
Estar no meio da natureza e poder assimilar tudo o que ela nos dá num turbilhão de cheiros e cores e sons.
All is full of love...
Mas voltinha atrás de voltinha fomos parar à Serra do Buçaco, o que por acaso foi uma boa surpresa (pena o gelo que se fazia sentir) que aquilo lá é bem bonito e tem uns palacetes que, para quem mora na cidade, às vezes não tem noção das belezas que o nosso próprio país demonstra.
Depois então, tentámos (e aqui o tentar é para ser valorizado!) ir para o Caramulo, lá encontrámos o caminho certo pela estrada nacional, mais rotunda, menos rotunda, mais plaquinha, menos plaquinha, passamos por um jogo de futebol Anadia FC vs outro clube de nome curioso que agora não me recordo, mas foi pena porque chegamos mesmo no final da partida e já só vimos os senhores treinadores de bancada a discutir os lances mais polémicos.
Voltados à estrada correcta, chegámos ao sítio certo e até já víamos aquilo que nos parecia ser a serra e de facto já estávamos a subir imenso...mas eis que a tarde solarenga rende muito pouco e então a noite começou a cair e nós ainda metidos nas subidas atrás do Caramulo...de vez em quando as plaquinhas surgiram mas desapareciam tão rapidamente que com os vários cruzamentos era difícil decidir o melhor caminho a seguir. Noite escura, uma gigantesca lua que nos acompanhava por entre as árvores e os imensos galhos no chão numa tentativa de derrubar o texugo, mas ele aguentou-se firme e fomos parar perto de uma ventoínha já na serra do Caramulo. E as ventoínhas fazem sempre parte das nossas viagens, tornou-se um hábito talvez...Estar perto de uma ventoínha, com ventinho a soprar, de noite, parecia que as enormes pás queriam rasgar o céu estrelado e no entanto, parecia que todo o mundo tinha parado ali, porque a sensação de tranquilidade e liberdade era de tal modo grande que se não fosse o frio que se fazia sentir, era menina para ficar ali mais um bocadinho...Só me apetecia citar uma das minhas músicas favoritas ao ouvido do condutor e dizer "drive...i don't care where just far...away..".
E descemos por fim, tentando descobrir o caminho para o Porto, por entre curvas e contra-curvas, chegamos a Águeda onde jantamos uma pizza a
Estar no meio da natureza e poder assimilar tudo o que ela nos dá num turbilhão de cheiros e cores e sons.
All is full of love...
8 Aug 2007
Coach Carter :)
..our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We are all meant to shine as children do. Is not just in some of us, it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberating from our own fear, our presence automatically liberates others... :)
17 Jul 2007
The silence and the fury
A really good friend of mine shared this with me, and now I want to share it also...
«People don't know how to love. They bite rather than kiss. They slap rather than stroke. Maybe it's because they recognize how easy it is for love to go bad, to become suddenly impossible... unworkable, an exercise of futility. So they avoid it and seek solace in angst, and fear, and aggression, which are always there and readily available. Or maybe sometimes... they just don't have all the facts.
Anger and resentment can stop you in your tracks. That's what I know now. It needs nothing to burn but the air and the life that it swallows and smothers. It's real, though - the fury, even when it isn't. It can change you... turn you... mold you and shape you into something you're not. The only upside to anger, then... is the person you become. Hopefully someone that wakes up one day and realizes they're not afraid to take the journey, someone that knows that the truth is, at best, a partially told story. That anger, like growth, comes in spurts and fits, and in its wake, leaves a new chance at acceptance, and the promise of calm. Then again, what do I know?! I'm only a child.»
[end narration from the movie 'The Upside of Anger']
Anger and resentment can stop you in your tracks. That's what I know now. It needs nothing to burn but the air and the life that it swallows and smothers. It's real, though - the fury, even when it isn't. It can change you... turn you... mold you and shape you into something you're not. The only upside to anger, then... is the person you become. Hopefully someone that wakes up one day and realizes they're not afraid to take the journey, someone that knows that the truth is, at best, a partially told story. That anger, like growth, comes in spurts and fits, and in its wake, leaves a new chance at acceptance, and the promise of calm. Then again, what do I know?! I'm only a child.»
[end narration from the movie 'The Upside of Anger']
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